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Campanhas estão cada vez mais fora do convencional
Nesse ano de eleições, candidatos de diversos partidos estão ganhando atenção pelo motivo errado: As chamadas eleitorais, onde os candidatos utilizam argumentos hilários para conquistar o voto do eleitor com piadas e trocadilhos.
São diversas variações de anedotas conhecidas, nomes engraçados e piadas de cunho sexual em pleno horário eleitoral, que levam o telespectador a pensar que se trata de uma paródia mesmo se tratando de um candidato que pretende representar o cidadão.
Apesar da força que esses tipos de chamadas atraem nas redes, a Assessora de Impressa e Professora de Jornalismo da UNIFASAM, Fernanda Ribeiro, diz que muitos desses candidatos não têm uma carreira duradoura na politica. “Não enxergo como positivo esse tipo de candidato. Raramente eles conseguem se eleger, às vezes dão sorte, às vezes se elegem por uma questão da proporcionalidade do partido, mas não vemos uma carreira perene dessas pessoas na política quando são pautadas por humor”, explica a professora.
Num quadro geral, a também doutoranda em antropologia exemplifica como o âmbito político é levado pelos brasileiros: “a questão desse humor na politica brasileira é o que ajuda a desacreditar a politica no nosso país”.
De antemão, as respostas dos usuários são diversas e exemplificam bem a fala da assessora.
As eleições
As eleições desse ano acontecem no dia 02 de outubro para o primeiro turno e 30 de outubro caso haja um segundo turno.
São ao todo cinco cargos em disputa neste ano: deputado federal, deputado estadual, senador, governador e presidente da república. No momento do voto essa será a ordem para escolha de cada candidato.
E necessário um documento com foto válido em território nacional, sendo permitido dentro da urna o uso de uma cola em papel com os números dos candidatos.
Não é permitido na cabine de votação o uso do celular, que deve ser entregue ao mesário no momento do voto, segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
