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A série produzida pela Globoplay “Sou Corinthians” estreada no dia 13 de janeiro, relata grandes momentos vivenciados no Sport Clube Corinthians Paulista, desde a fundação no bairro paulista do Bom Retiro a crises vivenciadas, dois títulos marcantes e a construção da tão sonhada Arena em Itaquera, sob a visão de torcedores e jogadores do time.

O documentário é guiado pelos jornalistas Edgar Alencar e Victor Pozella de forma cronológica. Contém uma temporada, dividida em quatro episódios e exibe entrevistas com jogadores que se tornaram ídolos do time, como Neto, Rivellino, Zé Maria, Emerson Sheik e Cássio, além de alguns torcedores famosos como o ator Dan Stulbach e Serginho Groisman.

A obra vem com o intuito de apresentar o “Corinthianismo” e o que faz o Corinthians ser diferente de outros times, como os torcedores que têm o papel fundamental nos jogos, para apoiar o clube em campo, desse modo levando pessoas envolvidas com a história do Corinthians a mostrar seu sentimento em relação ao time. “’Aqui tem um bando de loucos’ está longe de ser apenas uma representação poética da realidade: loucuras reais não faltaram”, comentou Celso Sadin no site Planeta Terra.

As opiniões dos torcedores sobre a obra foram positivas.

O comentarista e ex-jogador Walter Casagrande também aprovou a série: “Tudo isso que está no documentário acompanhado das imagens de arquivo bate forte no coração”.

Sentimento esse que a atual diretoria do Corinthians não soube respeitar. Em 20 de abril a gestão do clube contrata um técnico condenado a estupro para comandar o time nas competições, Alexi Stival, conhecidos por todos como Cuca. Na época do caso (1987), o ex-comandante era jogador do Grêmio e foi detido em Berna, na Suíça, juntamente com três companheiros do clube, Eduardo Hamester, Henrique Etges e Fernando Castoldi. Todos acusados por terem estuprado uma garota de 13 anos, durante uma excursão do time gaúcho pela Europa.

Com isso, torcedores e jogadoras se matifestaram, indo na porta do centro de treinamento e repudiando a ação nas redes sociais.

“Respeitar as Minas não é uma frase qualquer”: o ocorrido apresentou que toda aquela “obediência” pela torcida e bandeiras levantadas pelo próprio clube não passava de mídia. Possuindo ciência de toda a história do Cuca, o contrataram para fazer parte de um time que exige “respeito” a todos.

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