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O mês que antecede o início das campanhas eleitorais no Brasil foi marcado com muitos eventos políticos, e os principais focavam nos candidatos à presidência da república.
Cartas na USP
Na segunda semana do mês (11/08), na faculdade de direito da Universidade de São Paulo (USP), foram lidas cartas em defesa da democracia, assinadas pelas mais diversas personalidades e entidades.
A carta principal do evento, feita pela universidade e titulada Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito!, contou com mais de um milhão de assinaturas e não foi a única a ser lida. Também foram proferidos os manifestos assinados por instituições e associações diversas, como a Ordem Brasileira dos Advogados (OAB) e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Além das organizações, ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) – como Nelson Jobim –, senadores – como Rodrigo Pacheco, presidente do Senado – e os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) foram signatários.

O evento traz a memória o manifesto de 1977, lido na mesma data por Goffredo Telles Júnior, então jurista, contra a ditadura militar e contou com a presença de alguns dos signatários originais desse documento, além dos candidatos Luís Inácio Lula da Silva (PT) e Ciro Gomes (PDT).
O movimento foi criticado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).
Entrevistas com candidatos no Jornal Nacional
Do dia 22 ao 26 do mesmo mês, o Jornal Nacional da Rede Globo, organizou entrevistas com os quatro candidatos mais relevantes – segundo às intenções de voto – à presidência.
Com o objetivo de focar nos pontos mais fracos de suas propostas, as entrevistas seguiram a seguinte ordem: Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), Luís Inácio Lula da Silva (PT), e Simone Tebet (MDB).

Com apenas 40 minutos, as entrevistas foram criticadas por diversos internautas, tanto pelas perguntas e respostas, como pelo porte dos entrevistadores William Bonner e Renata Vasconcellos.
Grupo do WhatsApp com empresários bolsonaristas
O portal de notícias Metrópoles divulgou mensagens trocadas por empresários apoiadores do presidente em um grupo de WhatsApp. As mensagens tinham caráter criminoso, defendendo golpe caso Bolsonaro (PL) perca a reeleição para Lula (PT).

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a abertura da investigação sobre as mensagens, porém o Ministério Público Federal, até o final do mês, pretendia pedir o arquivamento do processo.

Excelente notícia sobre essa época tão incerta que vivemos…