A nova subvariante da covid-19 tem chamado muito a atenção dos cientistas pela variedade de mutações que ela carrega e tem sido monitorada pelo cientistas.

A ‘’Cicada’’, a BA.3.2 tem passado em ao menos 23 países e tem sido alvo de estudos de cientistas.
O que é a subvariante ‘Cicada’
BA.3.2 é uma subvariante da Ômicron, não é uma nova varienta, oque indica que faz parte de uma evolução de um vírus, no que tem a acomulação de mutações.
Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm),
Desde a chegada da Ômicron, o vírus deixou de apresentar grandes “saltos” entre variantes como ocorreu entre Alfa, Delta e a própria Ômicrom e passou a evoluir por meio de sublinhagens.
O vírus segue se adaptando, assim que a população desenvolve imunidade a variante segue tendo mais mutações para escapar dessa pacial proteção, isso explica porque tem tido surgimentos de mutações.
Vacinas tem proteção temporária
Mesmo com o surgimento de novas sublinhagens, especialista da área da saúde diz que a vacinas tem tido um papel importante na proteção contra formas de doenças graves.

Quais são os sintomas?
Os sintomas e sinais clínicos do novo corona vírus são principalmente problemas respiratórios, semelhante a um resfriado.
Os principais sintomas são:
- Febre
- Tosse
- Dificuldade para respirar
- Cansaço
Fonte:Ministério da Saúde
A Variante já chegou ao Brasil?
Não, A nova variante não chegou ao Brasil. Não há evidências que a BA.3.2 seja mais perigosa do que as variantes que circulavam em 2025 e 2026 nos EUA. Ainda assim especialistas consideram a possibilidade de que isso aconteça.
Isso porque a subvariante ja demonstrou a capacidade de se disseminar em várias regiões internacionalmente, o que historicamente leva à sua introdução em diferentes regiões do mundo em pouco tempo.
Monitoramento Constante
Especialista da Global Virus Network o surgimento da BA.3.2 reforça a importância de manter sistemas de vigilância para acompanhar a evolução da nova variante.
As novas mutações da variante da covid-19 tem o sintomas semelhantes a de um vírus respiratórios, vale lembrar os estudos e monitoramento constante do vírus, mesmo não saindo do controle, mas ainda tem o impacto na saúde pública.

